Esses são os inimigos externos que Clarissa também destaca em seu texto. Sempre por trás do ato de escrever, pintar, pensar, curar, falar, cozinhar, fazer, tem um rio que corre livre. Porém, esse rio pode ser poluído por forças externas, da cultura em que essa mulher está inserida. Ele é poluído quando a sociedade diz que as ideias da mulher são inúteis, que não adianta ela se esforçar, ninguém vai se interessar, que continuar é bobagem. Essa mulher então vai sendo minada e vai acreditando em cada palavra. Ou, como diz Virgínia, o esforço para provar que ela é capaz, contamina sua produção criativa, que não consegue fluir por si mesma.
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